Ontem levantei-me muito cedo para trabalho aduaneiro no porto de cruzeiros, amanhã, irei levantar-me ainda mais cedo para a mesma função, ossos do ofício.
Hoje, o tempo é todo meu, depois das habituais tarefas domésticas, sentei-me para acabar de ler “Tudo isto é Sarah”, de Pauline Delabroy-Allard, uma estreia, um espanto de leitura, de escrita, de enredo, a música de Enio Morriconne casou na perfeição com esta leitura!
“A escrita de Delabroy-Allard - na sua precisão obsessiva, semeada de referências para serem decifradas pelos grandes leitores - é toda movimento, ritmo, sem pausas. […] Morrer de amor: algo que não acontece só aos outros.”
Segue-se outra estreia, “O Vale dos Assassinos”, de Freya Stark.
Freya Stark, nasceu a 31-01-1893, em Paris, filha de um pintor britânico e de uma italiana de ascendência germano-polaca.
“Foi uma mulher de enorme coragem, decidida a explorar zonas remotas do mundo islâmico entre salteadores armados e tribos hospitaleiras. Procurava compreender os costumes dos povos que encontrava e integrar-se nas comunidades locais.”
Em minha opinião, turismo de verdade.
Uma leitura que promete!