Se podia terminar o Ano Velho sem passar pela Livraria, podia, mas não era a mesma coisa!
(fui no encalço de 2 outros títulos, não os encontrei de imediato, aviei-me com o que havia!)
Impressões e reflexões sobre o que vou lendo.
Se podia terminar o Ano Velho sem passar pela Livraria, podia, mas não era a mesma coisa!
(fui no encalço de 2 outros títulos, não os encontrei de imediato, aviei-me com o que havia!)
Os livros, as leituras, o Luís, os filhos, a família e os amigos atravessaram comigo o ano que ora termina, o meu Luís foi embora a meio do ano, porém, a sua aura permaneceu e vai continuar connosco para todo o sempre.
E assim conclui a última leitura de 2025: “Perguntem a Sarah Gross”, por João Pinto Coelho; foi uma leitura de altos e baixos, não deixando de ser interessante do ponto de vista histórico, o final não me convenceu.
Uma querida amiga ofereceu-me a biografia de uma Mulher especial, Maria Belo, psicanalista, socialista e maçom, uma leitura diferente, mas de facto, não poderia sair do Ano Velho e entrar no Novo Ano sem a companhia de um Livro, depois darei notícias.
Aproveito para desejar um Feliz e próspero ano de 2026, a todos Vocês!
Ultimamente tenho feito leituras descomplicadas, ainda que seguindo o plano de leituras no masculino - autores de língua portuguesa, tenho-me dedicado ao romance histórico e pícaro, um sub-género do romance histórico.
Assim, conclui a leitura de “A Capitoa”, de João Paulo Oliveira e Costa:
“Todas as personagens deste romance são ficcionais à exceção de D. Brites de Macedo, a Capitoa, e do seu marido e de seu filho, os dois primeiros capitães do Faial e do Pico.
(…)
Gaspar Frutuoso (1522-1591) foi o primeiro cronista a relatar a história do povoamento das ilhas da Madeira, dos Açores e de Cabo Verde.
(…)
A Capitoa procura proporcionar aos leitores um retrato realista do que era o quotidiano das sociedades insulares no primeiro século da sua existência, tanto na esfera pública como na privada (…)”
Conheço a escrita de João Paulo Oliveira e Costa há muito tempo, um exímio e rigoroso contador de histórias. Este livro, a narrativa, os personagens, mais uma vez não desilude.
Recomendo a sua leitura.
Prosseguindo o plano, abalanço-me para outra temática: “Perguntem a Sara Gross”, de João Pinto Coelho, vamos lá ver como corre…
Conclui a leitura do meu primeiro romance pícaro, “A Vida Airada de Don Perdigote, Quinto elemento dos pícaros, flor dos espadachins.”, de Paulo Moreiras.
O romance pícaro é um género literário de origem espanhola “… uma das características da novela picaresca é a apropriação que certos escritores fizeram de textos que outros haviam escrito antes deles, integrando-os nos seus textos, adaptando-os e reescrevendo-os, conferindo-lhes uma nova interpretação, numa corrente de conhecimento sobre esses autores do passado.”
Gostei muito desta leitura tão aventurosa e rica. Recomendo a experiência.
Vou continuar com o romance histórico, regressando a João Paulo Oliveira e Costa, com o título “A Capitoa”, cuja ação decorre na Ilha do Faial/Açores.
Promete!
Fui escutar o Celso Nunes, meu antigo Professor na Universidade da Madeira e a Elisa Seixas, igualmente Professora e uma querida amiga.
O Prof. Celso desconstruiu o Texto primeiro da nossa história, o “Épico de Gilgames”, em três segmentos: o filósofo, o histórico e o literário.
A Elisa colocou interessantes questões.
Eu já possuía o livro, ainda não lido, apreciei muito os contributos para uma oportuna leitura mais esclarecida.
De caminho, trouxe 3 novos títulos…
Escutando o pianista Bill Evans e Trio, conclui a saborosa e demorada leitura de “O Morro da Pena Ventosa”, o segundo romance de Rui Couceiro.
Lidas as primeiras páginas, percebi que era um romance diferente, cativou-me a narrativa, os personagens, o bairrismo portuense.
Alfacinha de gema, no final senti-me uma portuense, da “… cidade invicta, da antiga, muito nobre, sempre leal e invicta cidade do Porto.”
“Descendentes de gente enrijecida pelo clima húmido e chuvoso, desde sempre trabalhadora por necessidade e livre por resistência e valentia.”
Recomendo vivamente a sua leitura, oportunamente irei em busca do primeiro título do autor: “Baiôa sem Data para Morrer”.
Prosseguindo o meu plano de leituras no masculino-autores de língua portuguesa, estreei-me com um romance pícaro: “A Vida Airada de Dom Perdigote”, de Paulo Moreiras.
O mês de novembro promete!
Boas leituras!