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quarta-feira, 2 de outubro de 2024

Leituras

Terminei a leitura de “A Campânula de Vidro”, de Sylvia Plath (1932-1963), uma estreia, uma leitura inquietante, perturbadora, muito bom.

Norte-americana, “Teve uma breve, intensa e agitada vida, tendo escrito poesia, um romance, contos e um diário.”

Do posfácio:

“A importância de The Bel Jar [A Campânula de Vidro], decorre da superação das vivências individuais, reescritas após o impacto do modernismo. Sylvia Plath tem desde logo consciência do legado das rupturas modernistas a nível da narrativa, nomeadamente de James Joyce.”

(…)

“Com eles é uma zona de alteridade que se problematiza, a da loucura. A loucura deixa de ser uma entidade estranha, distante, o Outro de que falava o divulgado Foucault, para se revelar no sítio da normalidade. Mais grave, pode conduzir ao anátema do suicídio.”

Por Mário Avelar



domingo, 22 de setembro de 2024

Leituras

Depois de concluir um dos livros mais esclarecedores que li sobre o principal objetivo do regime nazi: o extermínio dos povos judeu, polaco e cigano, refiro-me a “Eichemen em Jerusalém - Uma reportagem sobre a banalidade do mal”, de Hannah Arendt, mudo-me de armas e bagagens para Nova York, ao encontro de “Campânula de Vidro”, de Sylvia Plath.

Posto isto, boa noite, ótima semana e leituras estimulantes, meus amigos!