Mostrar mensagens com a etiqueta Granta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Granta. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 2 de novembro de 2023
sábado, 20 de maio de 2023
In Granta em Língua Portuguesa - O Outro.
“Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.”
Por Clarice Lispector, in Granta em Língua Portuguesa - O Outro.
terça-feira, 2 de maio de 2023
segunda-feira, 1 de agosto de 2022
terça-feira, 9 de novembro de 2021
quarta-feira, 19 de maio de 2021
terça-feira, 3 de novembro de 2020
terça-feira, 16 de junho de 2020
terça-feira, 15 de outubro de 2019
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
segunda-feira, 30 de julho de 2018
Livro: Granta em Língua Portuguesa/1-Fronteiras, Tinta-da-China, 2018.
Em maio
saiu simultaneamente para as bancas brasileiras e portuguesas a nova Granta em
Língua Portuguesa – Fronteiras.
Assinei, recebi e terminei a leitura desta nova publicação durante este mês.
A Granta é uma revista literária nascida em 1889
e criada por estudantes da Universidade de Cambridge, inicialmente publicava
artigos sobre política e outros relacionados com a Universidade, mas pouco a
pouco foi dando a conhecer jovens escritores e captando novos públicos, para
alguns dos jovens artesãos da escrita funcionou como rampa para o
sucesso.
A partir
de 2009, a revista começou a ser publicada fora do Reino Unido e em 2013 já
depois de ter passado pelo Brasil, chega a terras lusas através da chancela da
Tinta-da-China.
A Granta
portuguesa é uma revista literária, com fotografias, desenhos e possui um
design cuidado, é constituída principalmente por contos de autores de língua
portuguesa e estrangeiros traduzidos.
Através
dela pude tomar contacto com autores que ainda não tinha tido oportunidade de
ler, apesar de ter ouvido falar deles e outros que nem conhecia.
Existem
no mercado múltiplas revistas literárias, mas, para especialistas e académicos,
a Granta é uma revista literária acessível ao grande público, onde me incluo.
Esta nova
Granta em Língua Portuguesa foi publicada simultaneamente no Brasil e em
Portugal e possui contos em língua portuguesa bem como outros estrangeiros
traduzidos em língua portuguesa nos seus diversos cambiantes.
A
finalizar, quando a Granta saiu para as bancas em 2013, primeiro estranhei
depois entranhou-se, o mesmo fenómeno passou-se com esta nova Granta em Língua
Portuguesa, com esta publicação foi derrubado mais um muro entre o Brasil e
Portugal.
Seria
injusto deixar de referir os onze prefácios escritos por Carlos Vaz Marques, o
diretor da revista, são todos excelentes.
terça-feira, 24 de julho de 2018
Granta em Língua Portuguesa - Fronteiras.
Este mês renovei a assinatura da Granta.
Transmutada em Granta em Língua Portuguesa - Fronteiras, porque saiu simultaneamente em Portugal e no Brasil.
Recebi hoje o primeiro número. Promete.
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
quarta-feira, 17 de maio de 2017
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Livro: Granta 8 - Medo, Tinta-da-China, Outubro de 2016.
Terminei
a leitura da revista Granta, desta
vez o tema escolhido foi o Medo, sentiacuriosidade a cerca deste tópico e
aguardava com alguma expectativa a chegada da revista, ela não me decepcionou,
os contos são todos fortes, uns de cariz mais pessoal, dramas, acontecimentos
que não mais foram esquecidos, outros, ficções construídas em cima de cenários
de guerra presente e passada, não estava à espera, confesso, uma coisa é ler
sobre guerras passadas, lá, longinquamente no tempo, outra bem diferente é ler
sobre conflitos bem recentes e sobre guerras que estão a acontecer, cenários de
horror, seres humanos que vivem gerações em permanente estado de Medo, só
porque pensam, professam, vivem de modo diferente.
Os
autores dos textos são fantásticos, cada um com o seu estilo bem distinto, gostei
de os descobrir e apreciar.
Enquanto
tema, o Medo conduz-nos à nossa experiência pessoal, o que é o Medo, de que é
que temos Medo, como o enfrentamos. Todos nós já passamos por experiências em
que batemos de frente com o Medo. O Medo faz parte das nossas vidas e por Medo
seguimos um caminho e não outro. As nossas vidas desenrolam-se e só depende de
nós deixar que o Medo bloqueie as nossas acções e os nossos sonhos, ou lhes
imponha um freio para que não desembestemosestrada fora. Afinal o que
procuramos nós senão o equilíbrio?
Termino
esta singela reflexão, recomendando vivamente a leitura desta nova Granta…
terça-feira, 8 de novembro de 2016
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Livro: Granta 7 - Palco, Tinta-da-China, Maio de 2016.
Ontem à noite terminei
a leitura da revista Granta, a nº 7, cujo tema foi O mundo é um palco.
Acompanho a publicação
da revista desde o seu primeiro número, claro que estou a falar da revista
publicada em Portugal, pois a sua origem é inglesa e já existem muitas edições
em várias línguas.
Este número é especial,
pois em meu entender, a revista atingiu um grau de amadurecimento, uma
densidade, uma qualidade superior em quase todos os contos.
Em tempo de férias, em
tempo de corre-corre, sabe bem ao final de dias extenuantes ou outros nem
tanto, sabe bem como dizia, sentar-me, recolher-me e ler, descobrir e saborear,
escritores que não tinha ainda lido, escreverem sobre temas muito interessantes
e atuais.
Todos os contos giram à
volta do palco que é a vida, dos personagens que somos todos nós, dos papéis
que desempenhamos nesta vida, umas vezes de livre vontade, outras nem tanto.
Nunca desejei ser atriz
ou trabalhar num teatro, mas tenho a consciência que vivemos num mundo de faz-de-conta
que sou…
Tal como as férias
continuam, eu continuarei a gostar de me surpreender e de descobrir novos
escritores, novas leituras.
Recomendo vivamente a
leitura deste número 7, da Granta, surpreendam-se vocês também…
quinta-feira, 26 de maio de 2016
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
GRANTA 6 - Noite, Tinta-da-China, Outubro de 2015.
Ontem ao final da tarde, embalados pela música do Ahmad
Jamal, terminava eu a leitura da Granta,
enquanto o Luis se entretinha a preparar o jantar para nós os dois. Um
fantástico e sereno final de dia…
Foi uma boa leitura para o Outono sempre tão ameno no
Funchal.
O tema escolhido para este número foi a Noite e o Carlos Vaz Marques (CVM) no seu editorial escreve que
“Sabe-se lá o que a noite propicia e proporciona. Perdi a conta ao número de vezes em que me foi garantido que de noite todos os gatos são pardos. Também se dizia frequentemente que deitar cedo e cedo erguer, etc. e tal. O saber em conserva dos provérbios populares estava sempre disponível – e quanto mais rimado, mais verdadeiro.”
“Sabe-se lá o que a noite propicia e proporciona. Perdi a conta ao número de vezes em que me foi garantido que de noite todos os gatos são pardos. Também se dizia frequentemente que deitar cedo e cedo erguer, etc. e tal. O saber em conserva dos provérbios populares estava sempre disponível – e quanto mais rimado, mais verdadeiro.”
O CVM continua por aí, fora a tecer considerações bem
curiosas sobre a noite versus o dia, terminando o seu editorial com a seguinte conclusão:
“Na noite cabe tudo: o tangível e o imaginado, a insónia e o sono, o sonho e o pesadelo, o cansaço e o descanso, a boca que beija e a boca que morde, o isqueiro e a lâmina, o salto e o susto, a sombra e a sombra da sombra.”
“Na noite cabe tudo: o tangível e o imaginado, a insónia e o sono, o sonho e o pesadelo, o cansaço e o descanso, a boca que beija e a boca que morde, o isqueiro e a lâmina, o salto e o susto, a sombra e a sombra da sombra.”
Composto por quinze contos, de outros tantos escritores
portugueses e estrangeiros, para além do Editorial sempre muito interessante do
Carlos Vaz Marques.
Irei apenas referir os contos de que mais gostei: o conto de
A. M. Pires Cabral, muito forte, muito consistente, muito completo; o conto de
Robert Macfarlane, muito interessante; o conto de Helen Simpson, estranho e
muito curioso; gostei do conto do William Boyd; não gostei nada do conto de
Antónia Pellegrino, pelo tema e pela realidade que descreve; adorei os contos
do José Rico Direitinho, do Colin Thubron, da Dulce Maria Cardoso, do Mário
Cláudio e achei interessantes os contos da Ana Teresa Pereira e do Nuno Júdice.
De muito boa leitura, recomendo mais este número da GRANTA, da qual renovei a assinatura,
pois permite-nos ir tomando contacto com novos e também já consagrados
escritores…
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















